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Com o Weve DRM ligado, todo PDF entregue ao aluno sai com o nome e o documento dele impressos em todas as páginas, na diagonal.

O que ele é, e o que não é

Não há cifra, não há restrição de cópia, e quem quiser tira a marca — com um editor de PDF, com um recorte, imprimindo e escaneando. Prometer o contrário seria mentir. O que ele dá é rastreabilidade: o arquivo que vazar diz de quem é. E a dissuasão que vem disso, que é o efeito principal — repassar um material que carrega o próprio CPU é uma decisão diferente de repassar um arquivo anônimo. A marca é diagonal e centralizada de propósito. No rodapé, ela sai com um corte de página; atravessando o texto, tirá-la dá trabalho — e ela continua discreta o bastante para não atrapalhar quem estuda.

Como ligar

PATCH /v1/clubs/{clubId}/settings com watermark_pdf: true. Nasce desligado: carimbar custa processamento na primeira abertura de cada aluno e tira o arquivo do caminho direto do CDN.

O que muda na entrega

Sem a marca, o material é entregue direto do armazenamento, por endereço assinado. Com ela, o playback do material passa a apontar para uma rota da API — porque o carimbo é por aluno, e o armazenamento não sabe quem está pedindo. Essa rota autoriza exatamente como a página da aula: direito ao curso, agenda de liberação, e o material tem de pertencer àquela aula. Aluno sem matrícula, com matrícula revogada ou com a aula ainda não liberada recebe a mesma recusa que receberia na aula. O resultado é guardado por (material, aluno): só a primeira abertura custa processamento, e as seguintes voltam a ser um desvio para o armazenamento.

O documento

Vem da compra — as plataformas de venda mandam o CPF do comprador — e pode ser corrigido em PATCH /v1/clubs/{clubId}/students/{studentId}, no campo document. Quando não há documento, a marca cai para o e-mail: ela nunca sai sem identificar ninguém, porque marca anônima não dissuade nem rastreia.

O que é guardado, e por quanto tempo

A cópia carimbada fica no armazenamento privado, com um registro do que ela é — de qual material, de qual aluno, e que identificação está impressa nela. Esse registro existe para ela poder sumir: um PDF marcado é o nome e o documento de uma pessoa em um arquivo, e isso não se conserva indefinidamente. Três coisas a apagam:
  • Remover o aluno. A remoção anonimiza o cadastro, e as cópias carimbadas saem junto — senão o nome real continuaria impresso nos arquivos, e a anonimização seria só metade.
  • Excluir o material. As marcas dele saem antes do original.
  • Desuso. O que ninguém abre há 90 dias é recolhido por uma varredura. Essa mesma regra cuida de quem mudou de nome: a cópia com a marca antiga deixa de ser aberta no instante em que a identificação muda, e envelhece sozinha.
Apagar uma cópia não tira nada de ninguém: a próxima abertura carimba de novo, e o aluno não vê diferença.

Limites

  • 40 MB por arquivo. Acima disso a resposta é 413: entregar sem marca contrariaria o que o club configurou, e entregar nada deixaria o aluno sem o material que comprou — então quem decide é uma pessoa, reduzindo o arquivo ou desligando a marca.
  • 20 downloads por minuto, por aluno. É a única leitura da API com teto próprio, porque é a única que faz trabalho pesado.
  • Só PDF. Imagem, áudio, vídeo e link de fora seguem o caminho normal.